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segunda-feira, 30 de julho de 2012

Não que eu não acredite em maldade, só prefiro não passá-la adiante



“Eu engulo a seco tantas notícias, que ficam entaladas em minha garganta, mas prefiro fechar os olhos e lembrar um pouco de coisas que acrescentam. Durante todo tempo tanta maldade me cerca, mas prefiro que das minhas mãos só saiam auxílios. Sei que é impossível, por isso, não tenho a ilusão de apagar tudo que há de errado no mundo, mas tenho sim, a intenção de transmitir tudo o que há de bom em mim. Não é fácil, mas todos os dias tento renunciar meu lado impuro e embora essa atitude não traga um mundo melhor, aqui dentro já faz uma diferença danada”.


(Fernanda Gaona)


quinta-feira, 26 de julho de 2012

Tudo tem seu lugar exato, inclusive as lembranças!





“Em todo presente existe um pouco de passado e em todo futuro caberá um pouco do presente. Somos limitados com relação ao tempo e não é porque o personagem sai de cena que ele deixa o espetáculo, e mudar o cenário, não significa alterar o roteiro. Nossas lembranças têm passe livre e não devemos impedi-las de vir à tona, só acomodá-las em seu devido lugar”.


(Fernanda Gaona)


sábado, 21 de julho de 2012

Objeto dos sonhos




"Objeto dos sonhos:

um relógio com ponteiro que pule horas difíceis".

(Fernanda Gaona)

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Amor é do bem!





“Não existe essa ideia de ‘fulano é mal amado’
Ninguém é amado de uma maneira negativa
Se é, definitivamente, não é amor.”


(Fernanda Gaona)


terça-feira, 10 de julho de 2012

Dê o seu melhor




“Dê o seu melhor ou dê o fora, mas dê. 
A vida gosta mesmo é de quem se posiciona!”


(Fernanda Gaona)


sábado, 7 de julho de 2012

Seja!!!



“Prepare um belo discurso. Gaste suas melhores palavras. Utilize todos os seus argumentos. Eu não consigo ouvir o que você diz. Mais do que na força das palavras, eu acredito no poder das atitudes. Na grandeza dos gestos. Nas sutilezas das ações. Guarde seus dizeres para utilizá-los depois que fizer. Eles serão apenas um complemento. Haja o que houver, aja. Palavras quando não andam sincronizadas com nossos pés, não chegam a lugar algum. Não dizem absolutamente nada. É na coerência das ações que a gente se encontra e o outro nos reconhece. Ninguém pode viver preso em um discurso. Ou seja, Seja!” 

(Fernanda Gaona)