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quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Nunca se esqueça de ver!






"É preciso não esquecer de ver...

a nova borboleta nem o céu de sempre."




(Cecília Meireles)

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

É preciso aprender a olhar







"Quando falo dessas pequenas felicidades certas,
que estão diante de cada janela,
uns dizem que essas coisas não existem,
outros que só existem diante das minhas janelas,
e outros, finalmente,
que é preciso aprender a olhar, para poder vê-las assim".



(Cecília Meireles)
 

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Pequenas felicidades certas




 

"Mas, quando falo dessas pequenas felicidades

     certas, que estão diante de cada janela, uns

dizem que essas coisas não 

            existem, outros que só existem diante das minhas janelas, e outros,
finalmente, que
 é preciso aprender a olhar,  para poder vê-las assim..."






(Cecília Meireles)


sábado, 5 de fevereiro de 2011

Sombras serenas




"Traze-me um pouco das sombras serenas que as nuvens transportam por cima do dia! Um pouco de sombra, apenas, - vê que nem te peço alegria".

                                                                        (Cecilia Meireles)


terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

E minha alma, sem luz nem tenda



"E minha alma, sem luz nem tenda,
passa errante, na noite má,
à procura de quem me entenda
e de quem me consolará..."
 (Cecília Meireles)

sábado, 29 de janeiro de 2011

Canção de alta noite


"Alta noite, lua quieta,
muros frios, praia rasa.

Andar, andar, que um poeta
não necessita de casa.

Acaba-se a última porta.
O resto é o chão do abandono.

Um poeta, na noite morta,
não necessita de sono.

Andar…Perder o seu passo
na noite, também perdida.

Um poeta, à mercê do espaço,
nem necessita de vida.

Andar… – enquanto consente
Deus que seja a noite andada.

Porque o poeta, indiferente,
anda por andar – somente.
Não necessita de nada”.


                                (Cecília Meireles)