"Bati no portão do tempo perdido, ninguém atendeu. Bati segunda vez e mais outra e mais outra. Resposta nenhuma. A casa do tempo perdido está coberta de hera pela metade; a outra metade são cinzas. ...Casa onde não mora ninguém, e eu batendo e chamando pela dor de chamar e não ser escutado. Simplesmente bater. O eco devolve minha ânsia de entreabrir esses paços gelados. A noite e o dia se confundem no esperar, no bater e bater.
O tempo perdido certamente não existe. É o casarão vazio e condenado".
Lena un canto claro de emociones que nacen en tus letras ... bellas ellas se siente todo el sentimiento que descargas en ellas como es lindo adentrarse en ellas.,... todo un placer para el alma y corazon... felicidades...
LENA LINDO POEMA ENCANTADOR,nos faz pensar em quantas moradas vazias desabitadas ,sem utilidade nenhuma tal qual pensamentos vazios sem projetos sem futuro corações vazios sem amor sem carinho,sem saudade ausentes de esperança de alegria épreciso uma renovação uma limpeza abrir-se as janelas arejar o ambiente deixar entrar a luz do amor da vida,, um abraço amiga marlene
Estou tão habituada a entrar no seu outro blog que estava perdendo a oportunidade de compartilhar deste. Como há um tempo certo para tudo, talvez fosse hoje o dia de bater a essa porta, que não ficará fechada como a de Carlos Drummond de Andrade. As entradas das casas podem ser lacradas, desde que as de nossas vidas estejam sempre abertas.
8 comentários:
Amo Drummond e sua forma de transcender palavras comoventes. Abraço. Bom final de semana,
Jasanf.
Lena un canto claro de emociones que nacen en tus letras ... bellas ellas se siente todo el sentimiento que descargas en ellas como es lindo adentrarse en ellas.,... todo un placer para el alma y corazon... felicidades...
saludos
linda semana
abrazos
e quantas pessoas são assim como esta casa...
Ahh Lena, quantos casarões vazios existem por este mundo. Onde batemos à porta e elas jamais se abrem. É só escuridão...
Esses casarões existem em nossas recordações...Lindo! um beijo,obrigado pelo carinho sempre,chica
LENA LINDO POEMA ENCANTADOR,nos faz pensar em quantas moradas vazias desabitadas ,sem utilidade nenhuma
tal qual pensamentos vazios sem projetos sem futuro corações vazios sem amor sem carinho,sem saudade
ausentes de esperança de alegria
épreciso uma renovação uma limpeza
abrir-se as janelas arejar o ambiente
deixar entrar a luz do amor da vida,,
um abraço amiga marlene
Estou tão habituada a entrar no seu outro blog que estava perdendo a oportunidade de compartilhar deste. Como há um tempo certo para tudo, talvez fosse hoje o dia de bater a essa porta, que não ficará fechada como a de Carlos Drummond de Andrade.
As entradas das casas podem ser lacradas, desde que as de nossas vidas estejam sempre abertas.
Bjs.
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